Conheça um pouco mais da minha história...
Conceição Soares, iniciou sua vida artística em 2005 na escola de Arte e Cultura Colmeia, em Pacoti-Ce, onde participava de aulas de canto coral. Em 2012, inicia no curso básico de violão e fica em cartaz na cidade com o espetáculo “Saltimbancos”. Em 2014 se tornou integrante do “Cambada MP”, grupo de teatro da Escola Menezes Pimentel, onde fez suas primeiras apresentações teatrais, cursou todo o ensino médio e circulou pela cidade com o espetáculo “Um dia na floresta”.
Além da participação nos palcos, em 2014 surge a oportunidade de fazer parte do projeto Jovem Explorador e o Ecomuseu, ainda em Pacoti, e participar da criação do primeiro museu feito de plástico reciclado do Brasil. Após alguns anos de pesquisa e trabalho em grupo, Conceição se torna embaixadora do Desafio Criativos da Escola e é uma das representantes do Brasil na “Be the Change Conference” que aconteceu em Pequim, na China.
Em 2017 ingressa no curso de Licenciatura em Teatro, pela Universidade Federal do Ceará, mesmo ano em que inicia os estudos sobre o Teatro Experimental do Negro. Com pouco tempo surge o grupo Teatro na Porta de Casa e Conceição entra em cena pensando o corpo e a estética negra quando monta seu primeiro solo “Bença, Vó”.
No início de 2019 participou do processo da X Montagem do curso de Teatro da UFC e ficou em cartaz com o espetáculo “Que horas passa o trem da volta?” sob direção de Maria Vitória. Em junho do mesmo ano participou da oficina “Presença do Ator” com Carlos Simioni (LUME Teatro). Ainda no mesmo ano, a atriz inicia seus trabalhos com direção e apresenta a cena “Escrevivência” na Mostra Cenas de Teatro Negro, onde participou da cena “Quariterê 3019”, texto e direção de Tupini Angel a.k.a Mateus. Em dezembro de 2019 apresentou a performance “Não vou mais lavar os pratos” durante uma participação na premiação do Troféu Professora Albaniza Ribeiro, em Pacoti- Ce.
Em 2020 dirige seu primeiro curta metragem, “Omulu, nos dê licença”, pelo Teatro na Porta de Casa e fez a dramaturgia e produção/ poesias do projeto “OVNI: Objetos voadores negros ignorados ou naves para a elaboração de um futuro negro” (2020-2021). Além disso, foi aluna do Curso de Extensão Estudos em Teatro /negro – Módulo I: Perspectivas e abordagens.
Em 2021 lançou seu primeiro podcast “Histórias para ninar uma criança preta”, participou da atuação e dramaturgia do curta-metragem “Bença, Vó” e fez a dramaturgia e atuação de vídeos para o projeto Kutanga, ambos pelo Teatro na Porta de Casa. No mesmo ano faz seu primeiro curso de tranças, pelo programa Viver de tranças e fortalece seu trabalho autônomo como trancista. Em 2022 participa do curso em Produção Cultural e Elaboração de Projetos, pelo projeto Escola de Mamulengo realizado pelo Grupo Formosura de Teatro.
Atualmente trabalha como auxiliar de biblioteca no Colégio Tiradentes e está em processo de montagem de espetáculo pelo Teatro na Porta de Casa.


